Idade Média

20 maio 2012

Os castelos e a Luz de Cristo na Cristandade

Filed under: Uncategorized — idademedia @ 17:47
Chaumont
Castelo de Chaumont, vale do Loire, França

No Sábado Santo havia uma cerimônia muito bonita na madrugada, para festejar a Ressurreição.

Do lado de fora da igreja tirava-se fogo do atrito da pedra e acendia-se o círio pascal.

Porque assim como Nosso Senhor Jesus Cristo deu vida a seu próprio cadáver, assim da fricção de matérias inertes como as pedras nasce uma chama viva para acender o Círio Pascal.

Então, na noite, nas trevas, é acesa uma luz: é Nosso Senhor Jesus Cristo que ressuscita!

Acende-se o círio pascal e o padre entra com uma vela acesa na igreja e canta 3 vezes “Lumen Christi” (Luz de Cristo).

Com o fogo do círio pascal iam se acendendo as velas dos presentes e daí a pouco a igreja estava toda iluminada pela Luz de Cristo.

capela do castelo de Amboise
Capela do castelo de Amboise, vale do Loire, França

O Lumen Christi é a luz da natureza divina de Nosso Senhor Jesus Cristo que transparece através de sua natureza humana.

Tudo quanto Ele disse e fez, por ter sido dito e feito por Ele, brilha de modo esplendoroso. É por causa dessa Lumen Christi que não se lê sem emoção o Evangelho.

A Igreja, instituição sobrenatural composta por homens ordenados na Hierarquia e na plebe fiel tem um reluzimento em seu ensino, governo, modo de ser, liturgia, etc., que também pode ser chamado Lumen Christi, porque vem de Nosso Senhor Jesus Cristo,

E assim como há um Lumen Christi na Igreja, a Cristandade também tem o seu lumen próprio.

Este lumen, enquanto refletindo na ordem temporal a Igreja e o espírito religioso e ortodoxo dos católicos que constituem a Cristandade, pode ser chamado, com a devida analogia, de Lumen Christi.

Castelo de Luynes
Castelo de Luynes, França

Europa é a parte mais culturalizada e mais carregada de tradições do mundo.

É a parte onde existiu, como em nenhum outro lugar da Terra, numa como que plenitude, durante algum tempo, a Civilização Cristã.

Por assim dizer, aquele solo ficou ensopado das bênçãos do precioso sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo.

(Autor: Plinio Corrêa de Oliveira. Texto sem revisão do autor).

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