Idade Média

28 julho 2014

Encuentro de los restos del rey Ricardo III suscita interés mundial

Filed under: Uncategorized — idademedia @ 2:00
Tags: ,
Ricardo III, último rei inglês da dinastia Plantageneta
Ricardo III, último rei inglês da dinastia Plantageneta

En 1458, hace casi seis siglos, Ricardo III, último rey de Inglaterra perteneciente a la dinastía Plantageneta, murió en la batalla de Bosworth Field, que culminó la Guerra de las Dos Rosas.

Se trató de una guerra civil entre las casas de York – es decir, la dinastía Plantageneta, de quien Ricardo III fue el último heredero – y la de Lencastre – es decir, de la dinastía de Tudor, que obtuvo la mejor; Henrique VII fue coronado e inició la dinastía real de los Tudor.

Shakespeare pone en la boca del rey derrotado, como habiendo sido sus últimas palabras, la famosa expresión: “¡A horse! ¡My kingdom for a horse!” – “¡Un caballo! ¡Mi reino por un caballo!

Ricardo III fue sepultado en el convento franciscano de Leicester. Entretanto, después de Henrique VIII haber confiscado y depredado los monasterios católicos y fundado la cismática Iglesia de Inglaterra, el convento se volvió ruinas.

Se perdió entonces el recuerdo del lugar en donde yacían los restos mortales del último rey Plantageneta.

Vista geral das excavações. O túmulo de Ricardo III é indicado pelo número 1
Vista geral das excavações. O túmulo de Ricardo III é indicado pelo número 1

En febrero de 2012, responsables por excavaciones para construir un estacionamiento en Leicester (centro de Inglaterra), anunciaron haber encontrado lo cimientos del antiguo convento franciscano y el túmulo de Ricardo III.

Huesos rotos y una espada indicaban tratarse de un caballero importante muerto en combate.

Exámenes de DNA permitieron confirmar que eran verdaderamente los restos del rey. La Universidad de Leicester ratificó la autenticidad del descubrimiento. .

Ahora, los restos del rey reposarán en un mausoleo en la catedral de la ciudad. Será construido a un costo total de £ 1 millón (R$ 3,39 millones).

Los planos para el funeral incluyen un nuevo piso en la catedral y un vitral, además de iluminación especial.

El entierro del último Plantageneta será el punto alto de una semana de actos que conmemorarán el descubrimiento de los restos mortales de Ricardo III.

Ricardo III e a rainha Ana, vitral no castelo de Cardiff
Ricardo III e a rainha Ana, vitral no castelo de Cardiff

El hecho fue ampliamente noticiado por la Internet y por la prensa internacional.

Una pregunta salta al espíritu. ¿Por qué el descubrimiento y el posterior re-entierro de un rey medieval suscita tanto interés en una época – el III milenio – en que bajo numerosos puntos de vista se coloca en las antípodas del orden medieval?

El hecho es que todo lo que dice al respecto de la Edad Media – tiempo profundamente católico, jerárquico y sacral – llega hasta nosotros cargado de refrigerios y de luminosos imponderables de sacralidad, de orden y de paz.

El descubrimiento de los restos de un rey sin túmulo conmueve y suscita la veneración y el respeto, llevando a consagrarle un mausoleo digno de un monarca que, a pesar de contradicho, marcó el fin de la era medieval.

CRUZADASCASTELOSCATEDRAIS HEROISORAÇÕESCONTOSCIDADE SIMBOLOS

AS CRUZADASCASTELOS MEDIEVAISCATEDRAIS MEDIEVAISHERÓIS MEDIEVAISORAÇÕES E MILAGRES MEDIEVAISCONTOS E LENDAS DA ERA MEDIEVALA CIDADE MEDIEVALJOIAS E SIMBOLOS MEDIEVAIS

21 julho 2014

Carlos Magno segundo o pintor Albrecht Dürer

No famoso quadro do pintor alemão Albrecht Dürer (1471 – 1528), o artista imaginou em 1512 – portanto muitos séculos depois – a Carlos Magno entre a idade madura e a orla da velhice.

O seu bigode ainda é, em parte, castanho louro, mas uma parte é já branca e completamente alva.

O seu olhar é de um homem experimentado, que está prevenido para ver o adversário vir de qualquer lado e a qualquer momento.

Ele é seguro de si como um Himalaia. Todo seu olhar revela a contínua vigilância, mas todo o modo de ser, seu rosto, seu corpo, tudo o mais indica a contínua estabilidade, a contínua distância psíquica: “se for, veremos. Por enquanto estou tranquilo. E na hora do combate não deixarei de estar tranquilo, porque confio em Deus, meu Senhor”.

Uma coroa magnífica, feita de joias ainda não lapidadas – não se lapidavam as pedras nesse tempo – que se guarda, aliás, na Schatz Kammer, câmara do tesouro imperial, no palácio imperial de Viena hoje em dia.

E um manto maravilhoso de brocado, com a águia imperial servindo de ornato em alguns pontos. Dir-se-ia que a águia é ele, e ele é entre os homens o que a águia é entre os pássaros.

A coroa é encimada pela Cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo. Assim como a Cruz esteve no alto do Calvário, no alto dessa glória toda ela reluz também.

Essa Cruz é, ao mesmo tempo, a lembrança adorante de nosso Redentor e Criador.

Mas, de outro lado, é também a glorificação, quase um ato de reparação: fizeram para ele uma cruz, preta, dura, um instrumento de suplício, de infamação, quiseram difamá-Lo.

Agora está no alto da coroa imperial em ouro e pedras preciosas, pronto! Para glorificá-Lo! Como quem diz: “algozes miseráveis que fizestes o que fizestes, aqui está o Sacro Império Romano inteiro, do alto da minha fronte, oferecendo um ato de reparação”!

(Autor: Plinio Corrêa de Oliveira, excertos de conferência pronunciada em 22/2/86. Sem revisão do autor)

 

CRUZADASCASTELOSCATEDRAIS HEROISORAÇÕESCONTOSCIDADE SIMBOLOS

AS CRUZADASCASTELOS MEDIEVAISCATEDRAIS MEDIEVAISHERÓIS MEDIEVAISORAÇÕES E MILAGRES MEDIEVAISCONTOS E LENDAS DA ERA MEDIEVALA CIDADE MEDIEVALJOIAS E SIMBOLOS MEDIEVAIS

14 julho 2014

O mais admirável em Carlos Magno: sua altíssima sacralidade

Filed under: Uncategorized — idademedia @ 3:07
Tags: , , ,
Carlos Magno busto relicario.
Fundo: cúpula da catedral de Aachen

Leia o post anterior: A guerra santa em Carlos Magno e seus Pares

O mais admirável da magnífica obra de Carlos Magno foi a criação de um estado de espírito de altíssima sacralidade.

Esse espírito provinha de uma comunicação da graça que abençoava tudo quanto ele fazia.

Por isso sua imensa obra teve uma clave transcendente que está fora de comparação com outras coisas que ele ou outros fizeram.

Esta clave sobrenatural lhe dava uma visão das coisas temporais com uma altura que nem o gênio dá.

Da altura em que ele concebia o poder e a unção de Deus ele via todos os problemas, mesmo naturais do mundo.

Essa participação de Deus formou propriamente o caráter imperial do governo dele.

É uma vastidão de horizontes fenomenal sobre o universo, sobre a vida humana, sobre a terra, as possibilidades do homem, etc., etc., enquanto reflexos de um Deus transcendente.

Ele é um homem que levou uma vida sacrificada terrível, mas tinha a alegria estável da finalidade obtida.

Ele deixou a matriz do feudalismo, suscitando uma grande admiração por um tipo de alma que todos os homens a partir de então e até a Revolução, não deixaram de tender. Essa admiração foi tão grande que até hoje, exceto historiadores preconceituosos, ninguém fala mal dele.

A Igreja, Corpo Místico de Cristo, foi a fonte do espírito que o grande Carlos difundiu.

O mundo só não ficou muito mais carolíngio ainda porque não foi tão católico quanto devia ser. Porque a Igreja é carolingeogênica por definição.

As gente só compreende toda a dimensão da beleza das virtudes pessoais que Carlos Magno teve ou não teve, imaginando-as em Calos Magno.

Carlos Magno teve um problema de casamentos. Isso para um católico é um problema perturbador?

Se você imagina Carlos Magno, você vê a castidade com uma beleza que não é fácil imaginar de outra maneira. Não me interessa, para efeito do que estou falando, este efeito circunscrito, limitado da realidade histórica.

Carlos Magno probo, cultural, fazendo aquele renascimento da cultura, foi completamente diferente de um príncipe Médicis do tempo da Renascença. Quer dizer, ele é um pano de fundo sobre o qual tudo quanto é bonito fica lindo.

Agora o que que é o unum do pano de fundo de Carlos Magno? É o próprio espírito da Igreja, é a Igreja.

São Gregório VII foi para o Papado o que Carlos Magno foi para a ordem temporal.

Vocês, provavelmente não ouviram um elogio tão insistente de Carlos Magno, mas vocês todos não tomam como novidade o que estou dizendo, porque uma graça flutua em torno de nome dele e todos intuem.

Agora, o que que é isto em Carlos Magno? É uma quintessência do espírito da Igreja dado ao laicato. Carlos Magno é o exemplo por excelência do leigo católico.

Não adianta dizer que Carlos Magno não está canonizado. Eu não discuto nada disto.

Eu digo só, que é notório que existe em torno dele esta graça e que sua figura reluzente é uma das poucas coisas que a Revolução não conseguiu destruir. Ela conseguiu pôr em silêncio, mas não conseguiu destruir.

Este fundo revela um predicado na alma dele de onde tudo isto se irradia e o próprio foco deste unum é a Igreja.

Se não fosse a Igreja Carlos Magno não teria nada disto. E o fogo da Igreja se irradia a partir do clero. Esse ponto é preciso não esquecer.


(Autor: Plinio Corrêa de Oliveira, excertos de conferência pronunciada em 22/2/86. Sem revisão do autor)

CRUZADAS CASTELOS CATEDRAIS HEROIS ORAÇÕES CONTOS CIDADE SIMBOLOS

AS CRUZADASCASTELOS MEDIEVAISCATEDRAIS MEDIEVAISHERÓIS MEDIEVAISORAÇÕES E MILAGRES MEDIEVAISCONTOS E LENDAS DA ERA MEDIEVALA CIDADE MEDIEVALJOIAS E SIMBOLOS MEDIEVAIS

7 julho 2014

Ciência, invenções, Universidades, hospitais, educação, descobertas, culinária, nomes: a lista interminável do progresso medieval

Muitas vezes os leitores do blog desejam conhecer mais sobre a ciência e as invenções medieval, os grandes nomes e realizações.

Essas matéria foram sendo tratadas em “Glória da Idade Média” em diversos posts.

Eis uma seleção dos links, dentre os muitos do blog, que podem ser de interesse para quem quer conhecer mais:

(more…)

Crie um website ou blog gratuito no WordPress.com.